Devaneio em si é resistência. É sobrevivência de opressão, de desencaixe existencial feminino. É polifônico. Vozes de dor, luto, solidão. Mas também de amor. Amor romântico, sensual, bem-humorado, às vezes doído no corpo e na alma. É fluxo de consciência intensificado pela necessidade de sangrar através da escrita. É provocação, catarse, experimentação de jeitos e formas de escrever.
É invenção de palavras, sem permissão, por caminhos cheios de pedras e tropeços, sem salvação — ou não.
#Autor: Flávia Amaral
#Páginas: 112
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2026