A “banalidade do mal” é certamente a noção moral mais discutida desde seu aparecimento na obra Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal (), de Hannah Arendt, e se tornou desde então fundamental à de eventos extremos em tempos sombrios. Todavia, o conceito teve seus contornos pouco delineados na obra da autora, o que contribuiu, junto à polêmica que causou, para que ele se tornasse quase um lugar para se referir à disseminação do mal no mundo.
Este livro foi concebido para ser proveitoso para quem se interessa pelo significado do mal em geral e da banalidade do mal em particular.
Atravessa sua concepção o esforço por escrever com clareza, ainda que sobre questões difíceis que seriam trivializadas se não tratadas em sua própria, conceitual ou simplesmente trágica. Trata-se de um livro fundamental à do mal ético e político em nossos tempos.
#Autor: Adriano Correia
#Páginas: 368
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2025