Este livro é dedicado àquilo que vem sendo reprimido. Ele em , com um dos primeiros apelos para a devolução de arte para a África, e termina em , na Ilha dos Museus, na então Berlim Oriental, quando a Nigéria não alinhada estreou com uma exposição de seus tesouros arqueológicos no Museu Pergamon – para, depois de duas décadas de lutas mais tarde, perder toda a esperança de uma restituição. O livro é a primeira tentativa de escrever a história coerente de um malogro pós-colonial com base na profusão de material a respeito espalhado em inúmeros arquivos europeus e publicações africanas. Trata-se de um malogro lembremo-nos, pois a recusa de restituições aos países africanos nas primeiras décadas de sua independência não representou, de forma alguma, um capítulo glorioso da história da Europa. (Da Introdução)
Bénédicte Savoy é professora de História da Arte na Universidade Técnica de Berlim. Entre e , ela ocupou a cadeira de História Cultural do Patrimônio Artístico na Europa, séculos XVIII-XIX, no Collège de France, em Paris. Como especialista no estudo da proveniência de obras de arte (incluindo roubos de obras de arte e a arte saqueada), em , com Felwine Sarr, produziu, a convite da Presidência da República Francesa, um relatório que teve grande impacto sobre a restituição do patrimônio cultural africano.
#Autor: Bénédicte Savoy
#Páginas: 248
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2023