"A mística feminina, clássico que fundou a segunda onda do feminismo, em nova edição de 50 anos, com textos inéditos da autora, Betty Firedan A mística feminina investiga foi construída e mantida a norma social que define mulher a partir de uma existência frívola, consumista, devotada ao lar, ao marido e aos filhos, à qual ela estaria fadada. Publicado orginalmente em nos Estados Unidos e em no Brasil, o livro retorna às livrarias em sua edição de 50 anos, com textos inéditos da autora, Betty Friedan. Nessa obra pioneira, a partir de entrevistas, questionários e vasta bibliografia, Friedan identificou um sintoma social que denominou “problema sem nome”. Um vazio existencial que afetava mulheres heterossexuais brancas estadunidenses, moradoras de subúrbios de classe média, que não podia ser suprido por um casamento perfeito, pelo alto padrão de vida ou por filhos, e que elevou os índices de alcoolismo e transtornos mentais nos Estados Unidos após a Segunda Guerra. Manipuladas pela sociedade de consumo, essas mulheres deixaram o ideal de libertário das sufragistas, em voga até os anos , e passaram a incorporar um imaginário sobre o feminino projetado por homens brancos que haviam voltado da guerra fantasiando padrões de gênero sexistas. Aos homens, os provedores, era destinada a descoberta de mundos concretos e intelectuais. Às mulheres, as cuidadoras – mães e esposas donas de casa –, a interioridade oca do lar. A mística feminina é um livro essencial para a história de opressão e libertação das mulheres, porque revela os mecanismos de controle de gênero, afirmando o que nem sempre é óbvio em uma sociedade machista: as mulheres são seres humanos cada uma com desejo particulares e capazes de gerir sozinhas a própria vida. “Se há uma lista dos livros mais importantes do século XX, A mística feminina está nela.” - Gail Collins, The New York Times Magazine “Um livro fácil de ser lido e muito provocativo.” - Lucy Freeman, New York Times Book Review “Betty Friedan, a autora de A mística feminina, publicado em , teve a coragem de dizer em público e por escrito que as mulheres não se sentiam só por casar e ter filhos.” - Lígia Martins de Almeida, Observatório da Imprensa "
#Autor: Friedan, Betty; Bitelli, Carla; Yacubian, Flávia; Libanio, Bhuvi; Vargas, Marina
#Páginas: 560
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2020