"Ler Roudinesco é uma tarefa urgente." Catherine Clément, Le Magazine Littéraire Príncipe dos perversos, marquês de Sade defendia uma ruptura com as leis que regem a sociedade ao divulgar em seus livros a sodomia, o incesto e o crime. Rudolf Höss, o de Auschwitz, contou sem reservas se tornou o maior chacinador de todos os tempos. Liduína de Schiedam, canonizada em , por décadas impôs a seu corpo terríveis sofrimentos. Nesse livro, a prestigiada historiadora e psicanalista Elisabeth Roudinesco apresenta e interpreta a história dos perversos no Ocidente através de suas figuras emblemáticas: de Barba Azul e os santos místicos na Idade Média, ao fenômeno do nazismo, dos pedófilos e terroristas nos dias de hoje. Mostra a perversão, definida em cada época de um modo diverso, exibe o que não cessamos de dissimular: a parte obscura de nós mesmos, a negatividade presente em cada um. E ainda reflete sobre a sua erradicação. Eliminar a perversão não seria destruir a distinção entre bem e mal que fundamenta a civilização?
#Autor: Roudinesco, Elisabeth
#Páginas: 224
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2008