Nessa obra, o autor acaba se afirmando anarquista, criticando a propriedade privada. Tinha em mente que quando se explorava a força de trabalho de um semelhante por semelhante, isso se definia roubo. Além disso, destaca que cada pessoa deve os meios de produção que está utilizando.
#Autor: J.P. Proudhon
#Páginas: 144
#Encadernação: Brochura
#Ano: 1998