A beleza encontra-se hoje em uma situação paradoxal. De um lado, se propaga de modo inflacionário: é exercido em toda parte um culto da beleza. De outro lado, ela perde sua transcendência, entregando-se à imanência do consumo: ela constitui o lado estético do capital. A experiência do negativo diante do belo, assim diante da sublimidade ou do choque, cede lugar ao gosto culinário, ao like, à curtida. Trata-se, em última análise, de uma pornografização do belo. Em seu novo livro, Byung-Chul Han reflete sobre o belo na era . Esse ensaio invoca e evoca as formas do belo que se manifestam verdade, desastre ou sedução. São exploradas também as dimensões do belo que fundariam uma ética ou política do belo. Esta é uma leitura estimulante e reveladora e um diagnóstico lúcido da atualidade.
#Autor: Byung-Chul Han
#Páginas: 128
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2019