“O eletrónico teve o mérito de ultrapassar “naturalmente” as fronteiras nacionais. Por muito que estas estejam esbatidas, ainda têm um peso importante nas representações individuais e colectivas, separando culturas, economias e sistemas jurídicos. Ora, o eletrónico tende a ignorar a diversidade de sistemas jurídicos que contata. Escolhendo só um destes sistemas, a caminho de criar o seu próprio Direito. Desperta aqui um novo Direito dos (eletrónicos), tal na Idade Média surgiu o Direito dos a nível europeu."
In Prefácio de Diogo Leite de Campos, professor catedrático de Direito em Coimbra.
#Autor: Daniel Freire e Almeida
#Páginas: 276
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2015