Nesta obra instigante, a autora propõe uma teoria ousada e refinada: a justiça aleatoriedade algorítmica.
Questionando a crença de que a estatística possa, por si só, balizar decisões justas, o livro reivindica uma noção mais profunda de imparcialidade — ancorada nas estruturas de linguagem e na teoria da informação algorítmica de Gregory Chaitin.
A partir de um diálogo crítico com Rawls e Sen, a obra articula um modelo de justiça que rigor formal e abertura epistêmica. Uma contribuição original e provocadora, que convida o leitor a repensar os limites e possibilidades da justiça em tempos de algoritmos e moral.
#Autor: Andréa Naccache
#Páginas: 360
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2025