Nesta obra a gente escuta a poesia mineira, o interior de Minas Gerais. E o texto, sempre consciente de sua forma, nunca se deixa derramar pelo excesso de piedade por aquilo que foi e não voltará a ser. Há tristeza e felicidade. O "Arqueolhar" de Alexandre Marino mira o corpo mais íntimo e lança em ficção a memória da infância - sem se perder, contudo, em qualquer tipo de tentativa de balbuciar o passado com a poesia da busca, da recuperação do "eu", tão e tão banal.
#Autor: Marino,Alexandre
#Páginas: 106
#Encadernação: Brochura