Eis uma nova edição das Sagradas Escrituras na tradução do Padre Manuel de Matos Soares. O texto segue a edição de , a última trabalhada pelo tradutor, que faleceu no ano seguinte. Nela, o Pe. Matos Soares - com o auxílio do padre jesuíta Luís Gonzaga da Fonseca, professor no Pontifício Instituto Bíblico - revisou seu próprio texto (que traduzira décadas antes da Vulgata Latina) conforme os originais hebraicos e gregos, ouvindo provavelmente o pedido do Venerável Pio XII na Divino Afflante Spiritu (), para que os estudiosos católicos partissem dos originais em suas traduções da Bíblia, e que por sua vez a Providentissimus Deus () de Leão XIII, sobre o estudo das Escrituras - e isso antes da descoberta dos manuscritosdo Mar Morto, em .
Ainda que não devamos de modo algum negligenciar a diretiva do Magistério para que se tome versão latina oficial a Neovulgata, a ser usada na liturgia, e sem desconsiderarmos os esforços monumentais para - desdeo início dos estudos a pedido de São Pio X, passando pela instituída por São Paulo VI ao fim do Concílio, até a Scripturarum Thesaurus de São João Paulo II em -, a Editora Ecclesiae reedita e apresenta ao público este texto, cuja referência basilar é ainda a Vulgata de Jerônimo, porque foi sobre ela que durante tantos séculos os teólogos se debruçaram, foram suas páginas que os monges por tanto tempo decoraram e meditaram, e a ela se referem tantos Como uma riqueza a ser conservada, das tantas que há no tesouro da Igreja, de onde "o pai de família tira coisas novas e velhas" (Mt 13, 52), nós preservamos esta antiga tradução imprimindo-a em papel novo, a fim de que seja mais uma ocasião para os fiéis amarem e estudarem em profundidade as páginas inspiradas, pois, disse o mesmo Doutor Máximo, "ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo".
#Autor: Vaticano - Igreja Católica
#Páginas: 2096
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2025