Roy Rosenzweig, historiador que sempre fugiu do convencional, foi um pioneiro da internet. Faleceu, ainda jovem, em ; no entanto, continua a nos ensinar por meio de sua obra, que transmite sua paixão pela reconstrução das experiências de homens e mulheres por uma prática mais democrática da história.
Nestes ensaios visionários, que abrangem o período de a , o autor mapeia o impacto das novas mídias no ensino, na pesquisa, na preservação, na apresentação e na da história. Movimentando-se entre os “ciberentusiastas”, que defendem os avanços tecnológicos, e os “céticos digitais”, que temem o fim da erudição humanística tradicional, ele revê as práticas dos historiadores acadêmicos e os ritos profissionais, ao mesmo tempo que analisa e defende as conquistas dos historiadores amadores.
Rosenzweig não só aborda os perigos de “fazer história” on-line, mas também identifica as promessas do trabalho , detalhando estratégias para buscas em fontes primárias e secundárias, o aumento das oportunidades de diálogo e debate e, acima de tudo, o acesso sem precedentes proporcionado pela internet. Embora celebre as influências democratizantes da história , Rosenzweig também argumenta que só podemos garantir o futuro do passado na era se resistirmos ativamente aos esforços das corporações de controlar a web e lucrar com ela.
#Autor: Roy Rosenzweig, Luis Reyes Gil
#Páginas: 400
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2022