NA OBRA DE MACHADO DE ASSIS NÃO HÁ UMA FRASE QUE NÃO esteja carregada de segunda intenção e de sarcasmo. Há, em sua literatura, personagens cuja volubilidade moral põe em xeque qualquer definição categórica sobre eles. Impossível ler Machado sem buscar nas entrelinhas o escondido e o interstício, o Bruxo do Cosme Velho, ele é chamado, sempre foi o escritor das fendas e da intenção oblíqua, e nelas projetou leitores e personagens em um jogo ardiloso entre ficção e realidade, entre verdade e mentira. Como Machado de Assis pode relativizar sua vida apresenta leituras possíveis para a realidade a partir da análise da obra do escritor
#Autor: Sobral, João Jonas Veiga
#Páginas: 192
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2019