“EU TINHA DUAS MISSÕES IMPORTANTES: CUIDAR DE MEUS NEGÓCIOS E DA MINHA LOJA, DE UM PORTE CONSIDERÁVEL, NA QUAL EU INVESTIRA TODO O CAPITAL QUE EU TINHA NESSE MUNDO. A OUTRA ERA A DE PRESERVAR MINHA VIDA ENQUANTO SE ABATIA EM TODA A CIDADE UMA CALAMIDADE APARENTEMENTE TÃO SOMBRIA, MAS QUE O MEU MEDO E O MEDO DOS OUTROS TORNAVAM AINDA MAIS SOMBRIA.” Quando Daniel Defoe publicou “Diário do ano da peste”, em , tinha motivação alertar seus conterrâneos. Atuando com intenso espírito jornalístico, Defoe orienta a lidar com a calamidade, bem as melhores medidas a serem adotadas para enfrentá-la. O escritor era apenas um menino quando a Grande Peste de atingiu Londres e matou aproximadamente 97 mil pessoas; no entanto, isso não foi empecilho para o autor da obra-prima “Robinson Crusoé” relatar, com capacidade espantosa e de modo vívido e minucioso, o importante momento histórico. E é de surpreender – quando nos deparamos com o trecho acima, por exemplo – o quanto aquele período se assemelha à nossa realidade, quase trezentos anos depois. Com tradução que busca equilibrar o novo e o arcaico, esta obra nos transporta a uma perspectiva única daquela época, constituindo-se também um guia para ajudar a o nosso tempo e, sobretudo, para que não os mesmos erros.
#Autor: Defoe, Daniel
#Páginas: 288
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2021