Constantemente, o ser humano age de forma imprópria ou inaqueda, ora deuses, ora máquinas, ora animais. Nesta odisseia, Dante busca resgatar o que é próprio do humano forma de atingir autoconhecimento e autorrealização. “O que é próprio do humano?” Uma pergunta tão quanto essencial é posta por Dante Gallian em É próprio do humano. Complexa porque pode ser entendida de diferentes formas. Essencial porque, se entendida no sentido em que o autor formula neste livro, diz respeito à nossa saúde existencial, à nossa felicidade. Assim, para que se possa profundamente a sua essencialidade, cabe antes outra pergunta: o que se entende por “próprio”? O adjetivo “próprio” pode ter diferentes significados, entre eles, por exemplo, o de pertencimento, peculiaridade ou naturalidade. Ou o de oportunidade ou conveniência — aquilo que é esperado, que é correto. E, nesta odisseia, o autor explora essa segunda percepção de “próprio”: aquilo que é bom, ideal, esperado. É nesse sentido que buscar aquilo que nos caracteriza humanos apresenta-se urgente e necessário. Primeiro por vivermos uma época de produção e consumo desenfreado, em que somos acessados por forças desumanizadoras de todos os lados. E principalmente forma de resgatar a saúde da alma e conquistar uma vida mais feliz. Em É próprio do humano?, Dante Gallian tenta responder a esta pergunta baseando-se nas inúmeras narrativas das mais diversas tradições e filosofias da história. Concentrando-se na Odisseia, o clássico de Homero e um dos livros mais antigos e importantes da civilização ocidental, ele nos convoca a uma jornada de autoconhecimento em 12 lições. Uma obra ideal para todos que desejam destrinchar a odisseia da realização pessoal e encontrar sua justa medida. “Este livro é uma resposta, ou melhor, 12 respostas unidas pelo mesmo princípio: há algo de próprio do humano e que, quando e praticado, pode tornar a vida melhor do que já é.” - Luiz Felipe Pondé
#Autor: Gallian, Dante
#Páginas: 308
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2022