“Eisejuaz”, da escritora argentina Sara Gallardo, é um caso raro na literatura hispano-americana. Publicado em , permaneceu à margem do chamado “boom”, seja pelo espaço limitado que uma escritora tinha então, seja por sua linguagem enigmática e heterodoxa, talvez i na época. Nos anos , a obra é recuperada por Ricardo Piglia, que a inclui entre os 24 títulos de sua biblioteca essencial de clássicos da Literatura Argentina e, a partir de então, se torna cultuada uma peça experimental de vanguarda. Por seu trabalho inventivo, de levar ao limite as possibilidades da linguagem, “Eisejuaz” é frequentemente a obras “Pedro Páramo”, do mexicano Juan Rulfo, e “Zama”, do argentino Antonio Di Benedetto. Esta edição de seus 50 anos traz prefácio de Martín Kohan, nota da tradutora Mariana Sanchez, estudo de Alexandre Nodari e perfil biográfico da autora feito por Lucía de Leone.
#Autor: Gallardo, Sara; Sanchez, Mariana; (Outros) Bahia, Ana C.
#Páginas: 230
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2021