O médico Drauzio Varella relata dez anos de atendimento voluntário na Casa de Detenção de São Paulo, o maior presídio do Brasil, e mostra um código penal não-escrito organizava o da população carcerária. Em , o médico Drauzio Varella iniciou na Detenção um trabalho voluntário de prevenção à AIDS. Entre os mais de presos, conheceu pessoas Mário Cachorro, Roberto Carlos, Sem-Chance, seu Jeremias, Alfinete, Filósofo, Loreta e seu Luís. Não importava a pena a que tinham sido condenados, todos seguiam um rígido código penal não escrito, criado pela própria população carcerária. Contrariá-lo poderia equivaler à morte. O relato de Drauzio Varella neste livro tem as tonalidades da experiência pessoal: não busca denunciar um sistema prisional antiquado e desumano; expressa uma disposição para tratar com as pessoas caso a caso, mesmo em condições nada propícias à manifestação da individualidade. Lançado em e transformado em filme em , por Hector Babenco, Estação Carandiru recebeu o Prêmio Jabuti de livro do ano e, desde então, já vendeu centenas de milhares de exemplares.
#Autor: Varella, Drauzio
#Páginas: 368
#Encadernação: Brochura
#Ano: 1999