Como ativistas podem se manter seguros em tempos de atuação das milícias e da iminente eclosão do ovo da serpente do fascismo. Em Estado policial: Como sobreviver, Cid Benjamin – jornalista que enfrentou a ditadura militar dirigente do MR-8 – descreve os mecanismos de repressão política dos anos e , que são semelhantes aos das atuais milícias, com suas ramificações em órgãos policiais. Além disso, relata estratégias usadas pelos militantes para resistir durante os anos de chumbo. No livro são abordados assuntos atentados; criminalização do movimento popular e de organizações de esquerda; expansão das milícias; medidas de proteção; internet, celulares, notebooks e tablets; câmeras, microfones e outros mecanismos de vigilância; infiltrações policiais; ditadura aberta; evolução da repressão. O ator e diretor de Marighella, Wagner Moura, o desembargador e professor da Uerj João Batista Damasceno e o bispo católico dom Angélico Sândalo Bernardino assinam os prefácios. “Sempre desejei que meus livros e artigos despertassem interesse e fossem lidos pelo maior número de pessoas, de forma a ajudar na luta pelo aprofundamento da democracia, pelas transformações sociais e na construção de um caminho para o socialismo. Afinal, este era o seu objetivo e esta seria a maior r para o meu esforço. Mas eu preferiria que as sugestões trazidas e as experiências transmitidas aqui, fruto da preocupação com a defesa da integridade física de militantes e ativistas do movimento popular, se mostrassem desnecessárias. Isto teria significado que a democracia brasileira está mais consolidada e que conseguiu prevalecer, apesar das nuvens ameaçadoras que pairaram sobre ela”, afirma Cid Benjamin.
#Autor: Benjamin, Cid
#Páginas: 144
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2019