Esta coletânea explora a evolução do cinema político brasileiro, destacando as décadas de e , períodos de transformações sociais e políticas no país. Para tanto, são analisados filmes com diferentes abordagens estéticas, que discutem as relações de poder entre cineastas e o povo, refletindo sobre as disputas da modernização do Brasil. Pode-se afirmar que nos anos o cinema político se reinventa, incorporando elementos do fantástico e do horror. Além disso, a ficção científica, com documentários, cria um novo realismo cinematográfico que mistura memória, arquivo e fabulação, oferecendo uma crítica profunda à cultura dominante. Dessa forma, filmes Branco sai, preto fica e Era uma vez Brasília refletem sobre a crise política pós-, abordando o desgaste do pacto social e as transformações políticas. Portando, esta coletânea revela um cinema que se reinventa para abordar as contradições do Brasil, mantendo uma crítica constante às suas estruturas de poder e à evolução de suas lutas políticas.
#Autor: Guilherme Lourenço
#Páginas: 52
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2024