A Medicina Hospitalar teve sua definição inicial em , por Wachter e Goldman. Isso, no editorial do The New England Journal of Medicine. Assinalaram seus autores a crescente clínica dos pacientes internados, em razão do aumento da idade populacional e, com isso, maior incidência de o que veio a exigir especialização e conhecimento específico nesse tipo particular de atendimento.
Assinala-se que a base do atendimento é o cuidado clínico integral de pacientes hospitalizados e a busca pela qualidade de atendimento frente à necessidade de otimização de despesas e recursos do hospital. O hospitalista vai mais além ao promover a integração de iniciativas multiprofissionais e de segurança do paciente.
"Guia de Medicina Hospitalar" procura, bem diz seu título, auxiliar estudantes, médicos, residentes e hospitalistas. Contempla aspectos relativos a prescrição médica, manejo de intercorrências clínicas e solicitação de exames, controle da infecção hospitalar, segurança do paciente, prevenção de eventos adversos, instituição de cuidados paliativos, alta hospitalar, e outros temas.
É livro do momento, pois. "Guia de Medicina Hospitalar" apresenta 3 Editores, 84 Colaboradores, 13 Seções, 117 Capítulos, em um total de 1.008 Páginas.
#Autor: Aécio Flávio Teixeira de Góis, Alexandra Régia Dantas Brígido, Thais Carvalho Francescantonio Menezes
#Páginas: 1008
#Encadernação: Capa Dura
#Ano: 2019