Uma distopia sobre a importância da conexão genuína entre seres humanos, Kallocaína cria uma atmosfera asfixiante ao descrever um Estado totalitário que faz todo o possível para abolir qualquer expressão de individualidade. Tão importante quanto de George Orwell, Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley e Nós de Ievguêni Zamiátin.
Leitura obrigatória para quem gosta de distopias, este clássico consagrou a autora sueca Karin Boye um dos grandes nomes da ficção científica.
Nesta atmosfera asfixiante, um cientista partidário de um Estado totalitário, que desenvolve uma droga que força quem a toma a revelar pensamentos e até vontades inconscientes.
O Estado mundial criado por Boye é familiar à sociedade permanentemente tensionada que George Orwell descreveu em . Há muitas semelhanças entre as duas histórias: a vigilância contínua dos cidadãos pelo Estado; a ausência de arte; a constância dos duplos; uma fraternidade, clandestina e paralela ao regime estabelecido; a existência de um mundo selvagem, não organizado, e por isso mesmo desejável; a desconfiança entre os homens fundamento do Estado.
Obra distópica original e escrita por uma mulher que viveu a Segunda Guerra Mundial na Alemanha e na União Soviética, Kallocaína é um alerta sobre o totalitarismo e a importância de resistir. Responsável por acender um acalorado debate na Europa, este clássico é parte indispensável de qualquer biblioteca.
Um estado totalitário. O fim da liberdade. É possível resistir?
#Autor: Karin Boye, Janer Cristaldo, Guilherme Manzi (Capista)
#Páginas: 264
#Encadernação: Capa Dura
#Ano: 2024