Com narrativa sutil e ao mesmo tempo arrebatadora, Kim Jiyoung, nascida em retrata a realidade de uma jovem coreana e os profundos impactos da desigualdade de gênero na vida das mulheres Em um pequeno apartamento nos arredores da frenética Seul vive Kim Jiyoung. Uma millennial Jiyoung largou seu emprego em uma agência de marketing para cuidar da filha recém-nascida em tempo integral — se espera de tantas mulheres coreanas. Mas, em pouco tempo, ela a apresentar sintomas estranhos, que preocupam o marido e os sogros: Jiyoung personifica vozes de outras mulheres conhecidas — vivas e mortas. A estranheza de seu cresce na mesma proporção que a frustração do marido, que acaba aconselhando a esposa a se consultar com um psiquiatra. Toda a sua trajetória é, então, contada ao médico. Nascida em e com o nome mais entre as meninas coreanas, Kim Jiyoung rapidamente se dá conta de é desfavorecida frente ao irmão mimado. Seu sempre é vigiado e cobrado pelos homens ao seu redor: desde os professores do ensino fundamental, que impõem uniformes rígidos às meninas, até os colegas de trabalho, que instalam uma câmera escondida no banheiro feminino para postar fotos íntimas das mulheres em sites pornográficos. Aos olhos do pai, é culpa de Jiyoung que os homens a assediem; aos olhos do marido, é dever dela abandonar a carreira para cuidar da casa e da filha. A vida dolorosamente de Kim Jiyoung vai contra os avanços da Coreia do Sul, uma vez que o país abandona as políticas de controle de natalidade e “planejamento familiar” — que privilegiava o nascimento de meninos — e aprova uma nova legislação contra a discriminação de gênero. Diante de tudo isso, será que seu psiquiatra pode curá-la ou sequer descobrir o que realmente a aflige? Best-seller internacional, Kim Jiyoung, nascida em é uma obra poderosa e contemporânea que não só atinge o âmago da individualidade feminina, também questiona o papel da mulher em âmbito universal.
#Autor: Nam-Joo, Cho; Coreano Esteche, Alessandra
#Páginas: 176
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2022