Maria Joaquina Dorotéia e a amada do poeta Tomás Antônio Gonzaga, imortalizada Marília de Dirceu na poesia do Arcadismo brasileiro, no final do século XVIII. Os versos retratam uma mulher idealizada, alva e loura, num cenário bucólico e mitológico que remete à Antiguidade greco-romana, onde impera a harmonia. Tudo é reação aos excessos do Barroco.
#Autor: Gonzaga, Tomas Antonio
#Páginas: 136
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2013