Cada mãe tem uma história, e Maternidades no plural busca com relatos de seis mulheres diferentes, esta coletânea funciona não só um caleidoscópio, mas também uma celebração das diversas — e igualmente válidas — formas de maternar. Não existe jeito certo de ser mãe: maternar é um amplo leque de possibilidades. Annie Baracat, por exemplo, enfrentou resistência até de amigos quando adotou uma criança e se tornou mãe solo por opção. Já Ligia Moreiras nunca sonhou em ser mãe, mas aprendeu a percorrer o caminho da maternidade sozinha e hoje ajuda outras mulheres a fazerem o mesmo. Junto com seu primeiro filho, Deh Bastos nasceu mãe e renasceu mulher preta. Glaucia Batista não imaginava que teria que se adaptar à maternidade atípica, mas passou por esse processo duas vezes. Depois de abandonar o projeto hollywoodiano de família heteronormativa, Marcela Tiboni pôde vivenciar a dupla maternidade. Mariana Camardelli, por sua vez, aprendeu na prática que é possível maternar (e amar) filhos que não são seus. Aqui estão algumas das muitas maneiras possíveis de cuidar e de ser mãe em um mundo cada vez mais diverso e aberto às diferenças.
#Autor: Bastos, Deh; Batista, Glaucia; Moreiras, Ligia; Tiboni, Marcela; Camardelli, Mariana; Baracat, Annie; (Capista) Randow, Elisa Von
#Páginas: 352
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2021