Quase trinta anos separam Pixote, a lei do mais fraco () de Meu nome não é Johnny (). Os dois filmes delimitam a análise que o autor faz da representação pelo cinema brasileiro do jovem transgressor no mundo urbano contemporâneo. A transgressão, uma questão social em Pixote, transmuta-se em hedonismo inconsequente em Johnny. Tomando as duas obras balizas, Ed Anderson analisa a presença do jovem transgressor em obras emblemáticas do cinema e da literatura mundial, bem na produção cinematográfica brasileira; a análise do contexto social de produção e do espaço urbano inóspito de Pixote, a lei do mais fraco; a análise do hedonismo, da ambição e da juventude sem perspectivas de Meu nome não é Johnny.
#Autor: Edições Sesc (Instituição)
#Páginas: 224
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2018