Se a crise financeira desencadeada em nos Estados Unidos ameaçava espraiar-se pelo planeta, com efeitos devastadores de longo prazo, hoje analistas econômicos já anunciam alvissareiros que o pior já passou. Porém, que medidas estruturais teriam sido tomadas para reverter a maior crise desde o crash de ? Como os organismos multilaterais e as potências globais os efeitos adversos da hegemonização das finanças na economia internacional? Em vez de ter um ponto final, a débâcle de coloca assim uma interrogação permanente num sistema econômico global em que a crise não é contingência, mas sim desdobramento previsível. Com rigor analítico, Luiz Afonso Simoens da Silva investiga as entranhas desse dilema contemporâneo e, evitando atalhos, perscruta possíveis alternativas para países o Brasil em que os efeitos dessa instabilidade permanente das finanças tendem a ser mais dramáticos.
#Autor: Silva, Luiz Afonso Simoens da
#Páginas: 258
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2015