Morte, a fênix da vida! não é uma obra literária por ser fruto de uma mente inquieta. Ela traz questionamentos e perspectivas i do ponto de vista da autora, que se recusa a aceitar uma visão religiosa, política e existencial algo e engessado.
Entre poemas, metáforas e aforismos, a autora pretende levar o leitor a um autoquestionamento sobre sua perspectiva de realidade, pela visão profunda que a obra traz sobre verdades de vida e morte. Traz temas o ser político com ego adormecido, terapia e inteligência se fortalecendo ao caminhar juntas, questões filosóficas e muito mais.
Vida e morte, existencialismo, crenças e fantasias, contrariedades psíquicas são temas raramente discutidos socialmente, mas quando abordados com coragem possuem a capacidade de libertar o ser da angústia que é viver.
Falar desta obra é falar sobre a hipocrisia existencial pode retratar as fantasias doentias que imperam em nossas mentes, somos manipulados pela massa e reagimos perante o ilusório chamado vida.
Esta obra não trata só de temas e intrigantes, reflexo de uma visão filosófica e de estudos através de práticas terapêuticas. Trata de visões e reflexões profundas e inconformadas da autora, sobre um ponto de vista e míope da humanidade, perante o processo de vida e morte de um ser humano, onde a autora, com questionamentos, pretende trazer luz e novas perspectivas sobre o que é a vida, dor, sofrimentos e morte na existência humana.
Quando buscamos questões de certas verdades existenciais, a terapia coadjuvante de um crescimento psíquico e emocional e fundamentos filosóficos, nos permitimos encontrar respostas, encontramos o elixir da vida, o elixir de nossa existência e consciência do porquê de existir e insistir em estar e se manter por aqui, no planeta Terra, o mais consciente possível, sobre quem se é e por que se é!
Viver não é fácil, existir é muito difícil, mas a vida é uma arte, e quem disse que seria fácil?
#Autor: Ana Bertotti
#Páginas: 202
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2024