Por que cantamos o que cantamos?
A música cantada pela igreja não é apenas reflexo de sua fé — ela também a forma. Mais do que preencher espaços entre orações e sermões, o canto congregacional tem o poder de consolidar doutrinas centrais da vida cristã. Foi assim nos primeiros séculos, quando os hinos bíblicos ensinavam, com simplicidade e profundidade, quem era Cristo e o que ele havia feito.
Mariane Godoi, no livro “Música e Igreja”, relembra que a música na adoração cristã nunca foi mero acessório. Ela era — e deve continuar sendo — ferramenta de ensino, confissão e Quando deixamos que a indústria dite os critérios, em vez das Escrituras, colocamos em risco a integridade do culto. O problema não está no estilo, mas na falta de discernimento bíblico sobre o que se canta e por que se canta.
Ministros de louvor não são apenas músicos — são mordomos da fé cantada. O que colocamos na boca da igreja molda aquilo que ela crê. Por isso, é urgente pensar música com temor e reverência, buscando canções que formem, edifiquem e glorifiquem a Cristo — no som, na letra e no espírito.
#Autor: Mariane Godoi, Claudio Beckert Jr., Guilherme Kacham, Josiane Zanon Moreschi (Diagramador), Felipe Silva (Capista), Janaine Silva Vasconcelos, Josiane Zanon Mo
#Páginas: 136
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2025