Danto apresenta a evolução do conceito de beleza durante o último século. Mostra que ela foi removida da definição de arte: antes era quase unânime que o propósito final de uma obra de arte era ser bela; no século XX, essa ideia foi refutada e a beleza destronada, chegando, em alguns casos, a ser considerada um crime estético. Para Danto, a beleza não deve ser a finalidade da obra de arte, e muito menos ser evitada. Ele expande esta reflexão sobre a importância da beleza as ideias de artistas e críticos Rimbaud, Fry, Matisse, os Dadaístas, Duchamp e Greenberg, além dos filósofos Hume, Kant e Hegel.
#Autor: Danto, Arthur C.; Süssekind, Pedro
#Páginas: 187
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2015