A entrada em pleno funcionamento do euro no dia l de Janeiro de , com a circulação das espécies monetárias, veio dar maior actualidade a implicações ainda menos estudadas da nova moeda; perdendo naturalmente relevo a problemática ligada à sua criação.
Entre as questões menos estudadas estará a das implicações externas do euro. Depois de uma pequena referência no Relatório One Market, One Money, em , esteve 'esquecida' durante alguns anos, podendo dizer-se que só a partir de , em boa parte na sequência de um documento da Comissão Europeia (SEC 803, sobre Externai Aspects of Economic and Monetary Union), passou a merecer um interesse maior.
É certo que com a sua criação, moeda escriturai, no dia 1 de Janeiro de , a suscitar uma atenção muito especial a paridade da nova moeda face ao dólar e às demais moedas mundiais, dando-se grande relevo à perda de valor que se verificou até Setembro de . Mas mesmo essa situação nunca ou raramente foi considerada em todas as suas implicações, sendo além disso de prever que a entrada em circulação das espécies monetárias tenha implicações também a tal propósito.
#Autor: Paulo de Pitta e Cunha, Manuel Porto
#Páginas: 417
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2002