Tratar a memória coisa viva, bicho inquieto - assim faz Eduardo Galeano quando escreve. Sua memória pessoal e a nossa memória coletiva, da América. Quando escreve, ele mostra que a história pode - e deve - ser contada a partir de pequenos momentos, aqueles que sacodem a alma da gente sem a grandiloquência dos heroísmos de gelo, mas com a grandeza da vida. Assim é este 'Livro dos Abraços'. Em suas andanças incessantes de caçador de histórias. Galeano vai ouvindo de tudo. O que de melhor ouviu ele transforma em livros este, onde lembra são grandes os pequenos momentos e eles vão se abraçando, traçando a vida.
#Autor: Eduardo Galeano
#Páginas: 272
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2005