Num raro ensaio sobre a arte da escrita, o Marquês de Sade prescrevia aos postulantes que um escritor deve "pintar os homens tais são". Na vida e na literatura o Marquês foi coerente. Se por um lado passou a vida em prisões, pagando por crimes de licenciosidade, perversões sexuais, violência sexual etc., etc., por outro lado legou à história uma obra ampla e testemunha de seu tormento e de qualidade inquestionável. Donatien Alphonse-François, o Marquês de Sade, nasceu em Paris em e morreu no sanatório de Charenton em . Escreveu, entre outros livros, Diálogo entre um padre e um moribundo (), Os 120 dias de Sodoma (), Os infortúnios da virtude (), La philosophie dans le boudoir (), Crimes do amor (). Este O marido é uma reunião de contos escritos com exímia técnica – uma característica do Marquês – e uma amostra fiel de seu universo literário e pessoal. Historietas "A serpente" "A gasconada" "Abençoada simulação" "O rufião punido" "O bispo atolado" "O fantasma" "Os oradores provençais" "Vai assim mesmo" "O marido "Aventura i atestada por toda um província" "A flor do castanheiro" Contos e exemplos "O preceptor filósofo" "A pudica ou o encontro imprevisto" "Emília de Tourville ou a crueldade fraterna" "Augustina de Villeblanche ou o estratagema do amor" "Faça-se requerido" "O presidente ludibriado" "Telião" "O corno de si mesmo ou a conciliação inesperada" "Há lugar para dois" "O marido castigado" "O marido padre – Conto provençal" "A castelã de Longeville ou a mulher vingada" "Os gatunos"
#Autor: Marquês de Sade, Paulo Hecker Filho
#Páginas: 224
#Encadernação: Brochura
#Ano: 1998