'Fazendo poesia sem poesia, teatro sem possibilidade de encenação, operetas encantáveis, Medeiros instala a perplexidade em uma perspectiva cultural de extrema rarefação criativa é a contemporânea (...) o Sexo Vegetal não propõe uma analogia da atividade de humanos, mas uma outra vida autônoma das coisas (...).'Myriam Ávila
#Autor: Medeiros, Sérgio
#Páginas: 96
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2000