Tomando ponto de partida a crise da arte moderna e a emergência, nos anos e 70, de movimentos minimalismo e arte da performance, o livro se debruça sobre a produção artística recente (em especial, a brasileira), procurando entender e em que sentido ela pode ser considerada “política”.
Dentre outros, são analisados os trabalhos e ações de artistas Juliana Notari, Eduardo Coimbra, Cildo Meireles, Robert Smithson, Márcia X, Maria Palmeiro e Lyz Parayzo; do cineasta Adirley Queirós; e dos arquitetos Peter Eisenman e Carlos M. Teixeira.
O livro tem início com uma pergunta provocadora – Quão contemporânea é a arte contemporânea brasileira? – e, entre outros argumentos, defende a tese de que o traço distintivo da parcela mais instigante da arte produzida hoje no Brasil, e mais amplamente pelas “vanguardas não-ocidentais”, é o modo impróprio afronta concepções convencionais de política e ação política.
#Autor: Otavio Leonidio
#Páginas: 184
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2024