Iniciado em e publicado pela primeira vez em , o poema “Esboço de uma Serpente”, de Paul Valéry, impressionou vivamente os escritores do porte de Joyce e Eliot. Na poética de Valéry a Serpente é o símbolo do pensar. o Os Cadernos, escritos num período de 50 anos, entre e , constituem uma constelação magnífica de seus pensamentos em linguagem aforismática. Os textos aqui reunidos, a tradução do poema “Esboço de uma Serpente” e os fragmentos dos Cadernos querem montar um ideograma do universo mental de Paul Valéry – do poeta-pensador ao pensador-poeta. o A Serpente que morde a própria cauda (“Eu mordo aquilo que posso”) é o tema do extraordinário escritor francês que, no dizer de Borges, “personifica os labirintos do espírito”.
#Autor: Campos, Augusto De
#Páginas: 120
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2025