“Quem com método fônico se alfabetiza, com método fônico alfabetizará?”
Valendo-se de sua rica formação e astuta sensibilidade para o que se passa no chão da escola, Eliana Albuquerque nos instiga a partilhar sua resposta àquela pergunta que a desde criança.
Para isso, ela faz uma primorosa arqueologia de suas vivências de aprendiz de beabá, de sua etapa alfabetizadora bem-sucedida, de sua já longa vida de pesquisadora rigorosa, assim de formadora de professoras e pesquisadores cuidadosos... e de seu exercício mãe amorosa mais que presente na alfabetização das filhas.
De mãos dadas, nós, seus leitores, experienciamos todas as alfabetizações que a autora colecionou ao longo de mais de meio século, e das quais tem saudades. Ao final, saímos fortalecidos na crença de que, se “toda maneira de amor vale a pena”, isso não se aplica às formas de alfabetizar. Como nos ensina Eliana, “no que se refere às práticas de alfabetização, temos defendido que valem a pena as ‘maneiras de alfabetizar’ que respeitam a autonomia docente e as subjetividades dos sujeitos aprendizes, sejam eles crianças, jovens, adultos ou idosos”.
Artur Gomes de Morais
#Autor: Eliana Borges Correia de Albuquerque
#Páginas: 128
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2023