“Se eu morrer amanhã, não levarei saudade de Donald Trump. Também não levarei saudade da operação
Lava Jato nem do mensalão. Não levarei saudade dos programas do Ratinho, do Chaves, do Big Brother em
geral”, escreve Carlos Heitor Cony em um dos textos desta antologia, que reúne suas melhores crônicas
publicadas na Folha de S.Paulo entre e . Ele só pararia de escrevê-las poucos dias antes de morrer, em 5 de janeiro de , aos 91 anos.
Organizada por Bernardo Ajzenberg, essa coletânea revela o cronista espirituoso e elegante que, na coluna
que assinava na página 2 do jornal, observa as mudanças tecnológicas e políticas do momento em que escreve. Capaz de conferir registro lírico às situações mais inusitadas, Cony nunca deixa de lado o humor discreto e fino que o ajudaria a firmar-se um dos grandes escritores de sua geração – o que o leitor poderá conferir neste livro.
#Autor: Cony, Carlos Heitor
#Páginas: 270
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2018