As zonas queer são também um espinhoso aglomerado de desterritorialização e de subjetivações proliferantes, transversais. Quando seu coeficiente de desterritorialização decai demais, nós o abandonamos. Na medida em que sua base é o corpo. Mais do que algo que me pertence, meu corpo é uma zona de autonomia, dizia o adágio feminista. É claro, não somos obrigados a o slogan “meu corpo me pertence” nos termos da liberdade individualista, em conformidade com o individualismo possessivo liberal. Mas nisso está o risco de que se reforcem o direito e a política protetiva dos direitos. E é uma pena, porque o corpo é sempre mais extenso e mais forte que o sujeito ou o si mesmo
#Autor: Bourcier, Sam
#Páginas: 243
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2022