Na China, a revolução foi rápida e sangrenta. No Ocidente... Lenta, calma e eficaz.
Christopher Rufo desvenda uma narrativa oculta acerca da atuação de intelectuais e militantes de esquerda que, de maneira gradual e estratégica, infiltraram-se no controle das instituições visando impulsionar transformações de dentro para fora.
Ao traçar os perfis de personalidades Herbert Marcuse, Angela Davis, Paulo Freire e Derrick Bell, o autor destaca a marcante influência desses ativistas em nossa cultura. Eles introduziram conceitos que, agora arraigados na sociedade, emergiram de uma fusão astuta entre marxismo e ideologias identitárias.
Essas ideias subverteram o conceito de igualdade de oportunidades, trocando-o pela busca por igualdade de resultados; enfraqueceram os direitos individuais em favor das identidades de grupos e convenceram milhões de pessoas da presença endêmica do racismo no ocidente em todas as esferas sociais e que este é o maior problema em nosso mundo.
Qual seria propósito afinal? Através de uma rigorosa investigação histórica, o autor, um especialista em Teoria Crítica da Raça, delineia a evolução da ideologia de esquerda do radicalismo estudantil dos anos até o movimento antirracista global que emergiu em .
O livro revela a trajetória da revolução cultural, fornecendo esclarecimentos sobre as táticas e fundamentos filosóficos adotados por tais grupos.
No entanto, o propósito do autor transcende a mera exposição das ideias; ele busca refutar essas teses de modo objetivo e técnico, e ainda, prático – servindo também um manual para uma contrarrevolução que se anuncia.
#Autor: Christopher F. Rufo, Carlos Szlak
#Páginas: 352
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2024