Carlos Castelo é um cara de muitas vidas. Músico, letrista, artista e performer, mais recentemente foi cavalo de um haijin (poeta de haicai) de produção transbordante (a propósito, não causará espanto se for convocado a a delegação brasileira de Sudoku nas próximas Olimpíadas). Nos anos , no subsolo do Teatro Lira Paulistana, arrebentou a cena musical paulistana com o conjunto Língua de Trapo, do qual foi um dos fundadores e maior Em “senryu and me”, Carlos pratica a concisão dos três versos, emulando o senryu, poema satírico japonês. Primo-irmão do haicai, deve ser lido de uma única vez, sem muita reflexão crítica, ou meditabunda – diria Millôr Fernandes. Talvez, um poema-piada, de Oswald de Andrade.
Rodolfo Witzig Guttilla
#Autor: Carlos Castelo, Bruna Lima, Filipe Moreau
#Páginas: 64
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2022