Ter saudade era bom tem Bijuzinha e tem o cunhado do Zizi, tem Larzo e a adolescente feminista, esforçada em ser cientista, que atende pelo apelido de Copérnico. Tem personagens saídos de uma mágica de Cartola, outros da ditadura de e do acidente na mina San José em , ao mesmo tempo, numa história mentida meio à Forrest Gump. Tem muita invenção escondida. Em jogos com diferentes narradores, temáticas e subgêneros literários, do conto epistolar à ficção científica, o livro convida o leitor a reconstruir tramas máximas e mínimas e, no desenrolar dos contos, encontrar a revelação da abismal intimidade humana por dentro das palavras.
#Autor: Vilela, Moema
#Páginas: 160
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2014