Negocia-se. Chega-se a um acordo. A mercadoria é despachada e, então, colocada na carroceria de um caminhão. Transportada por dias e através de fronteiras. É finalmente depositada em um barracão úmido e sem iluminação. A mercadoria é uma pessoa. Isso ocorre no século XXI. O tráfico de pessoas é uma realidade cada vez mais lucrativa. A preocupação da internacional com a prática deste crime deu origem ao Protocolo de Palermo, da Convenção para o ao crime organizado. Mas um tratado internacional de Direito Criminal será capaz de proteger as vítimas? Pessoas traficadas são migrantes forçados e essa obra visa refletir sobre a possibilidade de tutelar as vítimas a partir da Convenção de em defesa do Direito dos Refugiados. Com efeito, não é um exercício simples e muitos são os obstáculos enfrentados. Essa obra, escrita por três mulheres especialistas em Direito Internacional, oferece um olhar feminino acerca de um dos crimes internacionais mais antigos e graves da atualidade, sinalizando alternativas para a internacional e, também, para os Estados, em acolher, e não punir, as pessoas traficadas.
#Autor: Arisa Ribas Cardoso, Priscila Caneparo, Danielle Annoni
#Páginas: 218
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2022