Como observa a crítica Maria Betânia Amoroso, nos poemas de Ruy Proença o eu lírico se move no "intervalo entre morrer e fazer poesia" - daí o sentimento paradoxal de sobriedade e liberdade imagética que caracteriza boa parte deste Visão do térreo. Não por acaso, o amor, a morte, os ferimentos visíveis e invisíveis afloram com frequência em seus versos, mas com uma melancolia muitas vezes temperada de humor.
#Autor: Ruy Proença
#Páginas: 112
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2007