Na história da luta contra o capitalismo e pelo socialismo, alguns são lembrados por todos, servindo de exemplo para a nova militância, não só pelo seu legado teórico, mas também pela sua postura de militante. Mas, para a maioria dos revolucionários, pelas próprias condições da militância, clandestina e exclusivamente com a luta, o destino reservou um lugar no anonimato, o que não diminui a importância desses revolucionários. Ninguém luta de verdade com o objetivo de se tornar herói. É bem provável que Zequinha Barreto ficasse no anonimato se não fosse a iniciativa de militantes de movimentos sociais e sindical de Osasco (SP) e região, que construiu o Instituto Zequinha Barreto. Mais, se não fosse a ousadia de Márcio Amêndola em assumir o desafio de contar a história da vida e da luta desse de Lamarca, que juntos lutaram e juntos, em , foram assassinados pela ditadura instalada no país.
Um texto que nos oferece um painel da época dos “anos de chumbo”, quando o arbítrio era a lei dos ditadores e seus sequazes, e a oposição e o realizado pelos revolucionários que, numa correlação de forças infinitamente inferior, não hesitavam em colocar suas vidas em risco na luta por seu ideal. Um pequeno texto, um grande exemplo.
#Autor: Marcio Amendola De Oliveira
#Páginas: 104
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2010