Livro Zum - Vol. 19 - Fotografia Contemporânea

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A publicação traz a produção de Rosana Paulino, Natureza brazileira, que investiga a ciência e a arte ajudaram a ocultar a história escravocrata do país. O trabalho o texto de Renata Felinto que escreve sobre a artista. As marcas da violência colonial também são abordadas em artigo da educadora Naine Terena. A autora delineia quatro fases da arte indígena do Brasil, enfatizando a importância do momento atual, no qual os indígenas produzem sua própria representação, de forma ativista. O texto é por trabalhos de expoentes da produção atual, Denilson Baniwa, Gê Viana e Patricia Pará Yxapy. Esta edição traz também a série Inquéritos, da artista mexicana Teresa Margolles. Na obra, Margolles fotografa cartazes de mulheres desaparecidas espalhados pelas ruas de Ciudad Juárez do final da década de até o presente. As imagens, denúncia da violência de gênero que assola o país, são por um conto inédito do romancista mexicano Mario Bellatin, escrito em plena pandemia. A representação feminina é abordada pela artista americana Carmen Winant no livro Notas sobre a alegria fundamental. A ZUM #19 publica um ensaio do livro, no qual Winant analisa os arquivos fotográficos de alternativas fundadas por mulheres nas décadas de e nos EUA. O corpo forma de liberdade também é tema da obra do fotógrafo chinês Ren Hang. O artista alcançou fama internacional com seus retratos de pessoas nuas em posições absurdas. A pesquisadora Chen Shuxia contextualiza a trajetória breve e meteórica de Hang, falecido em . Assim Hang, a artista cubana Ana Mendieta morreu prematuramente, aos 37 anos. Sua obra é tema do artigo da escritora Andréa Del Fuego em que ela séries de Mendieta, Impressões de vidro no corpo e Transplantes de pelo facial, ambas de . Em seus trabalhos, a artista questiona a sexualização e erotização do corpo feminino, além de tratar de outros temas, exílio, a morte e a relação com a terra. A ZUM #19 publica também uma análise sobre o filme Preto é rei, da cantora Beyoncé, assinada pelos pesquisadores Kênia Freitas e José Messias. Outro tema quente do debate contemporâneo – o controle na era e das s sociais – é discutido pelo historiador Julian Stallabrass no ensaio “Vigilância e espionagem”. O texto é por imagens da obra Chegando, do artista Richard Mosse. A nova edição traz ainda dois ensaios de Man Ray – “Fotografia não é arte” () e “A fotografia pode ser arte” (). Outra obra clássica, A câmara clara (), de Roland Barthes, é analisada em artigo do crítico Ronaldo Entler, que discorre sobre a história e o impacto do livro. O texto é intercalado por um ensaio visual do artista Davi de Jesus do Nascimento.

#Autor: Editora Ims
#Páginas: 184
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2020

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