Em talvez falte um poema, Alexandra Maia transforma a experiência da ruptura em uma travessia poética. Organizado em quatro movimentos — fratura, espiral, fenda e asa —, o livro acompanha o percurso de quem vê uma vida desmoronar e, aos poucos, aprende a reinventar o próprio desejo, o corpo e a linguagem.
Entre rios, dragões, casas rachadas, mares e bichos, os poemas constroem uma cartografia da perda sem jamais permanecer nela. O fim de um casamento, a descoberta de uma liberdade inesperada, o amor, a sexualidade e a escrita tornam-se parte de uma mesma investigação: como seguir vivendo quando tudo o que parecia sólido se rompe?
Com versos que alternam delicadeza e contundência, humor e vertigem, Alexandra Maia faz do poema um lugar de escuta e transformação. Porque, diante do que não pode ser dito por inteiro, talvez sempre falte um poema — e seja justamente essa falta que mantém a vida em movimento.
#Autor: Alexandra Maia
#Páginas: 112
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2026