Por que a reflexão estratégica da China Antiga, bem certa vertente de seu pensamento político, rejeitam a intervenção de qualidades pessoais (coragem dos moralidade do governante) para alcançar o resultado desejado? Ou ainda: a que se deve, para os chineses, a beleza de um traço de escrita, o que justifica a montagem de uma pintura em rolos ou de onde vem o espaço que consideram poético? Ou, finalmente, os chineses interpretam o “sentido” da História e por que precisam postular a existência de Deus para justificar a realidade? O objetivo deste estudo é encontrar, a partir da extrapolação de análises linguísticas, as linhas mestras subjacentes à cultura chinesa.
#Autor: Jullien, François; Echalar, Mariana
#Páginas: 342
#Encadernação: Brochura
#Ano: 2018